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publicado por berenice, em 28.02.10 às 20:22link do post | favorito

 Estou a agir de forma inversa ao que se deve fazer em nome do nosso equilibrio emocional.

Não repise o passado!

 E cá estou eu a deixar que os dias passem por detrás das cortinas pois a mente está ocupada com coisas inúteis.

 Não deixe que ódios envenenem o seu presente!

E o meu presente está efectivamente contaminado com raiva porque a vida nem sempre é suave como uma nuvem. E assim, o meu presente é mal desembrulhado e mal lhe sorvo o encanto.

  Onde é que está a minha sensação de plenitude, aquele frescor de alma que eu sentia ao contemplar um céu bordado de estrelas?

 Onde está o sentimento de renovação ao acordar em cada manhã ensolarada?

Não é certamente o tempo chuvoso e ventoso em demasia. Outrora eu ficava maravilhada com a chuva. Para cada condição climatérica tinha um poema que mentalmente deixava deslizar pela minha alma e pelo meu sangue: Chove, mas isso que importa/ Se eu estou aqui abrigada nesta porta/ A ouvir na chuva que cai do céu/Uma melodia de silêncio/ Que ninguém mais ouve senão eu. Não me lembro o nome do autor.Mas ainda me lembro que terminava assim:

                                   Chove,

                                    mas é do destino de quem ama,

                                    ouvir um violino, até na lama.


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