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publicado por berenice, em 07.02.10 às 13:40link do post | favorito

 Farta de estar em casa, aperaltei-me e saí para meter gasolina e tomar um café daqueles de meter a moeda que é mais barato.

 Botas bem boas, uma pipa de massa; casaco de marca, de cor preta,  importante realçar que tem meia manga; a saia, meio termo mas resistente como o caraças e de cor creme; a camisola da mesma cor da saia e comprada numa banca dos ciganos. Falta a malinha que é dos chineses, bordeaux escuro, a condizer com a écharpe que tem creme, preto,  bordeaux e que também é uma boa peça. Antes de sair coloquei um chapéu preto. Então pela descrição não estaria eu uma elegância parisiense?

  Ao esticar o braço para meter gasolina, verifiquei que tinha vestido a camisola do avesso. Lá estavam as costuras, cheias, impudicas, a troçar de mim. Senti-me extinta. Puxei pela minha racionalidade e considerei que não era nada do outro mundo apesar de ainda ter que esticar o braço para usar o multibanco. E usei-o e a funcionária olhou ou talvez não olhasse, pode ter sido impressão minha. De repente, comecei a ficar divertida e voltei a esticar o braço para meter a moeda na ranhura, para sacar o copito e beber o café. Mas oh céus! ao deitar o copo inutilizado para o lixo, verifiquei incrédula que tiha calçado uma bota preta e outra castanha escura. Saí a rir e deixei a funcionária a rir também.


AUMENTARE SENO a 10 de Março de 2010 às 15:18
rir de si mesmo é um grande dom, que, infelizmente, nem todo mundo tem. Eu, pessoalmente, considero esta virtude entre todas as principais

berenice a 23 de Março de 2010 às 21:26
Boa noite,

Obrigada pelo seu comentário.
Logo que possa visitarei o seu blog pois intuo que temos mais coisas em comum.

abraço

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